Todas as esperanças seguem permitidas no que diz respeito à venda dos caças franceses Rafale ao Brasil, afirmou nesta quinta-feira o principal diretor da empresa fabricante das aeronaves, a Dassault Aviation.

"No momento, não há pedido do Brasil, não nos informaram nada em especial, não sei de nada, mas todas as esperanças seguem permitidas", declarou Serge Dassault, principal acionista da companhia, em entrevista à Rádio Classique.

O Rafale francês concorre com o F/A-18 Super Hornet da americana Boeing e o Gripen NG da sueca Saab.

Ao citar o preço elevado do caça francês, a Aeronáutica brasileira elaborou um relatório que considera o caça sueco o melhor entre os concorrentes do programa FX-2.

No entanto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já manifestou preferência pelo Rafale, terá a palavra final.

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