Dalai lama louva democracia taiuanesa e nega ser um separatista

Taipé - O dalai lama, de visita a Taiwan para consolar e rezar pelas vítimas do devastador tufão Morakot, negou hoje as acusações chinesas de separatismo político, e louvou a liberdade e democracia taiuanesa.

EFE |

"Não sou um separatista", disse perante as câmaras de televisão o dirigente religioso tibetano, durante sua visita à aldeia de Siaolin, onde pelo menos 424 pessoas foram soterradas por um desmoronamento de terra durante a passagem do tufão "Morakot".

AFP

Líder espiritual reza pelas vítimas do tufão Morakot

"O destino de Taiwan deve ser decidido por seus 20 milhões de habitantes", disse o Dalai Lama, defendendo a manutenção de uma "especial e muito estreita relação com a China no campo econômico e de defesa".

O líder budista tibetano protagonizou uma cerimônia religiosa para libertar as almas dos soterrados pelo deslizamento de terras em Siaolin e por todos os mortos durante o tufão.

O dalai lama foi acompanhado na sua visita a Siaolin pelo prefeito independentista do Distrito de Kaohsiung, Yang Chiu-hsing, monges tibetanos e religiosos budistas.

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