O Dalai Lama, líder dos budistas tibetanos, homenageou nesta quinta-feira as vítimas da repressão chinesa da Praça da Paz Celestial (Tiananmen), há 20 anos, e pediu a democratização do regime de Pequim.

"Honro com respeito os que morreram expressando a exigência popular para que o governo seja mais responsável ante o povo", afirma o Dalai Lama em um comunicado divulgado em Dharamsala, norte da Índia, onde vive exilado desde 1959.

Para o Dalai Lama, que a China considera um perigoso separatista, este 20º aniversário deve ser uma oportunidade para que o regime chinês revise a posição sobre o que Pequim qualifica de movimento "contrarrevolucionário".

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