Dados e informações gerais sobre o Kosovo

Pristina, 16 fev (EFE).- Dados e informações gerais sobre o Kosovo, território que celebra amanhã aniversário de um ano de sua autoproclamação de independência com relação à Sérvia:.

EFE |

NOME: República do Kosovo (autoproclamada).

LOCALIZAÇÃO: Sudeste da Europa. Sem acesso ao mar, faz fronteira com Albânia e Macedônia (sul), Sérvia (norte) e Montenegro (oeste).

SUPERFÍCIE: 10.887 quilômetros quadrados.

POPULAÇÃO: 2,3 milhões de habitantes, com 65% de jovens.

COMPOSIÇÃO: Albaneses (90%); sérvios, montenegrinos, ciganos, turcos, bósnios e croatas (10%).

POPULAÇÃO URBANA: 35%.

CAPITAL: Pristina, com cerca de 500 mil habitantes.

PRESIDENTE: Fatmir Sejdiu (Liga Democrática do Kosovo, LDK).

PRIMEIRO-MINISTRO: Hashem Thaçi (Partido Democrático do Kosovo, KDP).

LEGISLATIVO: Assembléia do Kosovo, com 120 cadeiras - dez são reservadas para sérvios e outras dez para as minorias restantes.

ECONOMIA: A economia do Kosovo passa por grave crise. A situação não melhorou com o autoproclamado status do país. A taxa de desemprego chega em algumas regiões a 80%, e a corrupção e o nepotismo são fenômenos muito estendidos. A renda per capita kosovar é estimada em cerca de US$ 1.500 por ano. Muitas famílias locais sobrevivem graças a remessas enviadas por parentes que migraram para o exterior, sobretudo para Suíça e Alemanha.

SITUAÇÃO: Ocupando 15% do território da Sérvia, a província do Kosovo (sul) autoproclamou sua independência de Belgrado em 17 de fevereiro de 2008.

O novo status foi reconhecido por 54 países, entre eles Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão, e por 22 das 27 nações da União Europeia (UE), entre elas Alemanha, França, Reino Unido e Itália.

Sérvia e outros países emergentes e importantes como Brasil, Rússia, China e Espanha seguem rejeitando a soberania kosovar.

O Kosovo esteve sob administração da ONU entre 1999 e 2008, baseado na resolução 1244 do Conselho de Segurança (CS) das Nações Unidas.

A UE mantém no Kosovo uma missão civil (Eulex) encarregada de assessorar as autoridades locais na construção de um Estado de Direito.

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) lidera ainda uma tropa internacional de 16 mil soldados para garantir a segurança no território. EFE jk/fr

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