Dados e informações gerais sobre a Mauritânia

Nuakchott, 17 jul (EFE).- Dados e informações gerais sobre a Mauritânia, que realiza amanhã eleições presidenciais.

EFE |

SITUAÇÃO: A República Islâmica da Mauritânia fica na costa da África Ocidental. Faz fronteira ao norte com o território do Saara Ocidental, ao leste com a Argélia e o Mali e ao sul com o Senegal.

SUPERFÍCIE: 1.030.700 quilômetros quadrados, com 754 quilômetros de costa, distribuídos administrativamente em 12 regiões e o distrito da capital.

POPULAÇÃO: 3.120.981 de habitantes (2007).

CAPITAL: Nuakchott, com 760.000 habitantes.

IDIOMA: Árabe e francês, e em menor medida línguas regionais (principais: poular, soninquê e uolof).

GRUPOS ÉTNICOS: 60% árabe e 40% negra africana, dividida em várias etnias.

RELIGIÃO: Muçulmanos sunitas (99,4%) e católicos (0,6%).

FORMA DE GOVERNO: República islâmica.

PRINCIPAIS PARTIDOS POLÍTICOS: União das Forças Progressistas (UPM), Republicano Pela Democracia e Renovação (RPDR), União das Forças Democráticas (RDF), Aliança do Povo Progressista (APP), e Partido Nacional por Democracia e Desenvolvimento (PNDD).

HISTÓRIA: Região habitada por negros e berberes. A partir do século XI, a dinastia muçulmana dos almorávidas proclama sua hegemonia.

No século XV, portugueses, ingleses, holandeses e franceses se instalam na região e passam a disputar o território nos séculos seguintes. No final do século XVIII, a ocupação da França se consolida e, em 1903, os franceses proclamam o protetorado sobre a Mauritânia.

Entre 1920 e 1958 o país se transforma em colônia, e nesse ano os mauritanos aprovam em plebiscito o status de república autônoma dentro da Comunidade Francesa.

No dia 28 de novembro de 1960, a Mauritânia obtém a independência.

ECONOMIA: Sua moeda é a ouguiya.

Em 2008, o PIB foi de US$ 2,643 bilhões, a renda per capita de US$ 840 e a taxa de inflação de -3%, segundo dados do Banco Mundial.

Seus principais clientes são a União Europeia (UE), Japão e Argélia, e os principais exportadores são a UE, Estados Unidos e Brasil. EFE doc-alr/mh

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