Declaração da Cúpula América Latina-UE não fixa metas para combater pobreza http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/05/16/crise_pelas_farc_agita_cupula_america_latina_ue_1315904.html target=_blankCrise pelas Farc agita Cúpula América Latina-UE http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/05/17/morales_e_humala_encerram_3_cupula_dos_povos_em_lima_1316683.html target=_blankMorales e Humala encerram 3ª Cúpula dos Povos em Lima" / Declaração da Cúpula América Latina-UE não fixa metas para combater pobreza http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/05/16/crise_pelas_farc_agita_cupula_america_latina_ue_1315904.html target=_blankCrise pelas Farc agita Cúpula América Latina-UE http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/05/17/morales_e_humala_encerram_3_cupula_dos_povos_em_lima_1316683.html target=_blankMorales e Humala encerram 3ª Cúpula dos Povos em Lima" /

Cúpula de Lima é encerrada com enfoque social e ambiental

A V Cúpula América Latina-Europa, que contou com a participação de cerca de 50 líderes dos dois blocos, foi encerrada na noite desta sexta-feira, em Lima, com um apelo contra o abismo social e pela integração do desenvolvimento econômico e social com a defesa do meio ambiente. http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/05/17/declaracao_da_cupula_america_latina_ue_nao_fixa_metas_para_combater_pobreza_1316679.html target=_blankDeclaração da Cúpula América Latina-UE não fixa metas para combater pobreza http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/05/16/crise_pelas_farc_agita_cupula_america_latina_ue_1315904.html target=_blankCrise pelas Farc agita Cúpula América Latina-UE http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/05/17/morales_e_humala_encerram_3_cupula_dos_povos_em_lima_1316683.html target=_blankMorales e Humala encerram 3ª Cúpula dos Povos em Lima

AFP |

A assinatura da declaração de Lima encerrou uma árdua jornada, na qual os líderes dos dois blocos dialogaram sobre o aquecimento global e a forma de se chegar a um desenvolvimento sustentável.

O documento final destaca a necessidade de se "promover o bem-estar das populações com sociedades mais inclusivas e integradas, aprofundar a integração regional, e construir um sistema multilateral mais efetivo e democrático".

Os cerca de 50 chefes de Estado e de Governo reafirmaram o compromisso para melhorar a qualidade de vida dos habitantes de seus países através de "políticas sociais efetivas, crescimento econômico com impacto distributivo, e participação social para reforçar a institucionalidade".

A declaração assinala que as políticas sociais devem atender aos problemas de desnutrição e fome, assim como os educacionais, de saúde e de trabalho.

O texto propõe a preservação "das políticas macroeconômicas ordenadas e de um clima seguro para os investimentos, promovendo políticas a favor da plena formalização da economia".

Sobre o meio ambiente, a declaração destaca a "importância de integrar o desenvolvimento econômico e social com a defesa ambiental", assim como "a cooperação na preservação e no manejo sustentável da biodiversidade, bosques, recursos marinhos e água; alem do combate à desertificação e à gestão inadequada de produtos químicos".

O texto propõe ainda "iniciativas para prevenir ou reduzir as emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa".

Na questão da energia, os líderes latino-americanos e europeus propuseram "ações de cooperação birregional, relacionadas com as fontes de energia limpa e as não-renováveis".

Os representantes da União Européia defenderam a conclusão das negociações de associação da UE com a Comunidade Andina e a América Central, e a retomada das tratativas com o Mercosul.

A declaração destaca a "prioridade política" da conclusão destas negociações, apesar do questionamento de alguns países, como a Bolívia, do esquema de integração, com uma zona de livre comércio.

Até agora, a União Européia só firmou acordos de associação com México e Chile, avançando nas negociações com os países do Caribe.

No texto, também há uma menção ao tema das migrações, que propõe "sobre a base do respeito aos direitos humanos e do princípio da responsabilidade compartilhada, o desenvolvimento de um enfoque que compreenda a importante contribuição dos imigrantes para as sociedades receptoras".

A declaração final defende ainda que se "intensifique a cooperação para prevenir e combater o tráfico ilícito de migrantes, a xenofobia e o racismo".

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