Cúpula das Farc é condenada a 40 anos de prisão por morte de policiais

Quatro membros da cúpula da guerrilha das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) foram condenados à revelia a 40 anos de prisão pelo assassinato de cinco policiais antidrogas em 2002, informou nesta quinta-feira a Procuradoria.

AFP |

A sentença foi anunciada por um tribunal da cidade de Florencia (sul) contra Guillermo León Sáenz, conhecido como 'Alfonso Cano', máximo líder do grupo, Rodrigo Londoño ('Timochenko'), Jorge Briceño ('Mono Jojoy') e Luciano Marín ('Iván Márquez'), segundo um comunicado.

O juíz condenou os réus por "homicídio qualificado, tentativa de assassinato, furto, dano a bens alheios e rebelião", cometidos em 18 de janeiro de 2002 no município de Curillo, departamento de Caquetá (sul), onde um comando rebelde derrubou um helicóptero da Polícia Antinarcóticos.

Na ação, registrada quando a aeronave participava em operações de erradicação de cultivos de coca, morreram cinco agentes e quatro ficaram feridos.

Três dos sete comandantes das Farc entraram para o comando central este ano, após a morte do líder histórico Manuel Marulanda ('Tirofijo'), em 26 de março, devido a um infarte; do número dois Luis Devia ('Raúl Reyes'), abatido pelo Exército em 1º de março; e da morte de Iván Ríos por um de seus subalternos uma semana depois.

axm/lm/fp

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG