Cruz Vermelha confirma 10 mortos por causa de terremoto na Costa Rica

San José, 9 jan (EFE).- Os mortos no terremoto de 6,2 graus na escala aberta de Richter que atingiu, nesta quinta-feira, a Costa Rica subiram hoje para dez, enquanto 42 pessoas estão desaparecidas, informou à Agência Efe a Cruz Vermelha.

EFE |

Um porta-voz do organismo destacou que as últimas três vítimas mortais confirmadas, ainda não identificadas, foram encontradas dentro de um veículo que foi arrastado por um desabamento em Vara Blanca, província de Heredia.

Mais cedo tinham sido encontrados outros três corpos, que não foram identificados, também em Vara Blanca, que ficaram soterrados por outro deslizamento de terra.

As outras quatro vítimas foram confirmadas na própria quinta, três delas soterradas por desabamentos na comunidade de Fraijanes, na província de Alajuela, e uma mulher que sofreu um ataque cardíaco em San José.

No total, há 42 desaparecidos e 91 feridos na área próxima ao epicentro do sismo, e, por isso, os trabalhos de resgate continuam para evacuar de locais perigosos mil pessoas que se encontram isoladas.

O terremoto teve seu epicentro em uma área montanhosa dez quilômetros ao leste do Vulcão Poás, que, por sua vez, fica cerca de 60 quilômetros ao oeste da capital San José.

Embora tenha sido registrado no centro do país, o tremor não produziu grandes danos nas cidades próximas de San José, Alajuela e Heredia.

Os locais mais afetados são as zonas montanhosas de Poás de Alajuela e Vara Blanca de Heredia, que se encontram muito perto da zona do epicentro, e onde vivem centenas de pessoas humildes que se dedicam principalmente à agricultura e ao turismo.

A Comissão Nacional de Emergências (CNE) informou hoje que um total de 15 patrulhas integradas por membros de diferentes instituições foram para as zonas afetadas pelo sismo e que quatro helicópteros fazem trabalhos de resgate e ajuda humanitária.

Além disso, é esperada a chegada de dois helicópteros do Exército dos Estados Unidos, que se somarão aos trabalhos de resgate coordenado pelas autoridades locais. EFE dmm/db

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