Cristina Fernández liga a Uribe para felicitá-lo por libertações

Buenos Aires, 3 jul (EFE) - A presidente argentina, Cristina Fernández, ligou hoje ao chefe de Estado colombiano, Álvaro Uribe, para transmitir a satisfação e alegria do país com a libertação da ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt e de outros 14 reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

EFE |

"A presidente Cristina Fernández se comunicou com o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, para transmitir, em nome do Governo e do povo de nosso país, a satisfação e a alegria com a libertação dos 15 seqüestrados em poder das Farc", informou o chanceler argentino, Jorge Taiana.

O ministro ressaltou que Cristina expressou a Uribe que a "libertação dos 15 reféns constitui um avanço para a democracia, a paz e a liberdade na irmã República da Colômbia".

Em declarações divulgadas pela Chancelaria argentina, Taiana confirmou também que a presidente argentina comunicou ao chefe de Estado colombiano "a total disposição dela e do Governo argentino em colaborar em tudo o que for necessário".

Segundo Taiana, Uribe disse que entraria em contato novamente com Cristina, agradeceu a ligação e enviou saudações ao ex-presidente Néstor Kirchner (2003-2007), marido da atual governante.

Além disso, o chanceler indicou que "a presidente avaliou o êxito da operação, já que não houve perdas humanas a lamentar".

Uribe explicou à presidente argentina detalhes da operação que permitiu a libertação desses 15 reféns, confirmou que essa precisou de meses de preparação e destacou que em sua execução não tenha havido mortos nem feridos, segundo o relato de Taiana.

O chanceler também manteve uma conversa por telefone com seu colega colombiano, Fernando Araújo, a quem reiterou a posição do Governo argentino de "condenar mais uma vez o seqüestro de cidadãos, já que constitui uma grave violação aos direitos humanos e ao direito internacional humanitário".

Taiana insistiu ao ministro colombiano no "apelo para que as pessoas que ainda permanecem seqüestradas sejam liberadas de maneira imediata e incondicional". EFE nk/db

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