Crise deixa Harvard e Yale em situação financeira apertada

Após acumular bilhões de dólares ao longo dos anos especulando nos mercados com suas economias, as prestigiadas universidades americanas de Harvard e Yale, por onde passaram as grandes figuras das finanças mundiais, testemunharam a crise derrubar o valor de seus investimentos.

AFP |

Harvard, que fica em Cambridge, perto de Boston (Massachusetts, nordeste), admitiu que o fundo que administra terminou o exercício 2008/09 com 26 bilhões de dólares, 27,3% menos que no ano anterior.

Já Yale, situada em New Haven (Connecticut, nordeste), estimou seus ativos investidos nos mercados em 16 bilhões em 30 de junho, o que representa uma perda de 30% em um ano.

As duas universidades, as mais ricas do país em 2008, viram mais de 17 bilhões de dólares virarem fumaça (9 bilhões no caso de Harvard 6 bilhões no de Yale).

Como a maioria das organizações americanas sem fins lucrativos, as grandes universidades colocam uma parte de sua renda nos mercados e o retorno sobre o investimento alimenta parte de seu orçamento.

Para Harvard, esta movimentação financia um terço de seus gastos.

O ano fiscal

El año "fue probablemente el peor periodo de los tiempos modernos para los mercados financieros, y también para las carteras de activos de Harvard", reconoció en su reporte anual Jane Mendillo, que dirige Harvard Management Company, la rama a cargo de las inversiones del establecimiento.

Pero para Eric Bailey, de la firma de consejo financiero CapTrust, el contexto económico no es el único responsable: Harvard y Yale asumieron mayores riesgos que otras universidades.

La de Columbia, en Nueva York, limitó así sus pérdidas a 16% el año pasado, según las cifras comunicadas a la AFP por un portavoz.

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