Criminalidade na AL exige resposta regional, diz líder da OEA

WASHINGTON (Reuters) - O aumento generalizado da criminalidade nos países da América Latina exige uma reação coordenada dos governos da região, disse na quinta-feira o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza. De acordo com ele, a América Latina é a segunda região mais violenta do mundo, e a criminalidade se transformou em um problema generalizado, no topo das preocupações da população.

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'A violência e a insegurança estão começando a impregnar o conjunto das nossas sociedades e a minar a qualidade de vida dos nossos cidadãos', disse Insulza em nota lida durante uma reunião ministerial do Caribe, em Trinidad e Tobago.

Para enfrentar o fenômeno, os governos devem compartilhar experiências e políticas de sucesso, melhorar sua tecnologia da informação e aprimorar o funcionamento de seus tribunais, disse ele.

A OEA, que reúne 34 países, realizará em outubro sua primeira Conferência sobre o Crime e a Violência nas Américas, disse Insulza.

O objetivo é definir um plano de ação que estabeleça metas para a segurança pública. Também está em discussão a criação de uma Academia Interamericana de Polícia, segundo ele.

(Reportagem de Adriana Garcia)

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