Uma criança natimorta, ou seja, que nasceu morta, poderá ser inscrita no registro civil da França, segundo dois decretos do ministério da Justiça divulgados nesta sexta-feira pelo Diário Oficial, o que permitirá às famílias a organizar velórios e enterros.

Há vários anos diferentes associações pediam que se preenchesse o vazio legal que existia na França para os fetos entre 16 e 22 semanas mortos no útero da mãe ou depois de uma interrupção médica da gravidez.

Atualmente, na maioria dos hospitais franceses, os fetos com menos de 22 semanas são incinerados.

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