Cresce aprovação de Lula, assim como intenções de voto para Dilma

Rio de Janeiro, 1º jun (EFE).- O índice de aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu em maio, assim como o número de intenções de voto para a provável candidata do PT à Presidência em 2010, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, segundo uma pesquisa do Instituo Sensus divulgada hoje.

EFE |

De acordo com o estudo, o índice de popularidade de Lula subiu de 76,2% em março para 81,5% em maio, e a avaliação positiva de seu Governo aumentou de 62,4% para 69,8% no mesmo intervalo de tempo.

Os índices retornaram praticamente aos níveis recorde em que estavam em setembro de 2008, antes de o agravamento da crise econômica global afetar a popularidade do presidente.

Da mesma forma, se elevou a percentagem de brasileiros dispostos a escolher Dilma como sucessora de Lula em 2010. Pela primeira vez, ela já empata tecnicamente com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), na pesquisa espontânea - quando os entrevistados não escolhem o candidato a partir de uma lista de nomes.

De acordo com este tipo de levantamento, Serra lidera com 5,7%, seguido por Dilma, que tem 5,4%. Trata-se de um empate técnico, já que a margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Na pesquisa de março, Serra tinha cômodos 8,8% das intenções espontâneas de voto e Dilma, 3,6%.

Outros nomes citados na pesquisa espontânea foram o do governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), com 3%; o do deputado federal Ciro Gomes (PSB), que tem 1,1%; e o do próprio presidente Lula, que apesar de não poder se candidatar ao terceiro mandato, lidera com 26,2%.

Já a pesquisa de intenções de voto com a sugestão de candidatos, Serra lidera com 40,4%, seguido por Dilma, que aparece com 23,5%.

Em março, Serra tinha 45,7% e Dilma, 16,3%. A diferença entre ambos, que era de 29,4 pontos percentuais, caiu para 16,9.

De acordo com Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus, o aumento da aprovação de Lula e das intenções de voto para Dilma é um reflexo da melhor situação econômica do Brasil desde o agravamento da crise.

O levantamento foi encomendado pela Confederação Nacional do Transporte e foi realizado entre os dias 25 e 29 de maio com dois mil eleitores em 136 cidades. EFE cm/bba

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