Costa Rica diz que não mudará postura por 1ª morte pela gripe

San José, 9 mai (EFE).- As autoridades de saúde da Costa Rica não endurecerão as medidas estabelecidas até o momento, apesar da confirmação da primeira morte pelo vírus da gripe suína no país, informou hoje a ministra María Luisa Ávila.

EFE |

A morte registrada neste sábado, de um homem de 53 anos infectados pela gripe e cuja identidade não foi divulgada, "não muda a forma como estamos lidando com a situação", assegurou a ministra da Saúde à Agência Efe .

Segundo a ministra, a Costa Rica estabeleceu há algumas semanas medidas preventivas de saúde pública e de vigilância epidemiológica, que permitiu ao país antecipar o que possa acontecer devido à doença.

Entre as medidas se encontra a vigilância em aeroportos e fronteiras para detectar pacientes com sintomas, e o fortalecimento dos sistemas de vigilância epidemiológica em todo o país.

A ministra assegurou que serão intensificadas apenas as ações como parte da estratégia para controlar a doença no país, e fez uma chamada às pessoas com sintomas de gripe para que não vão a locais de grande aglomeração.

Até o momento, as autoridades não sugeriram o uso de máscaras à população, com exceção de funcionários de aeroportos e hospitais, e também não serão proibidas viagens a países como México e Estados Unidos, onde os principais focos da doença estão.

Sobre a primeira morte pela gripe na Costa Rica, a ministra explicou que "era uma pessoa com um pulmão muito prejudicado por uma doença crônica" e que morreu por "complicações".

A Costa Rica confirmou nove casos da gripe, mas enviou as mostras ao Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, em inglês), nos Estados Unidos, para confirmar o diagnóstico.

Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados. EFE dmm/rr

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