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Costa leste dos EUA se prepara para chegada da tempestade Hanna

Washington, 5 set (EFE).- A costa leste dos Estados Unidos se prepara para a chegada dos fortes ventos e chuvas que acompanham a tempestade tropical Hanna, que chegará esta noite pela Carolina do Norte e do Sul e que posteriormente se deslocará para o norte.

EFE |

O presidente americano, George W. Bush, ligou para os governadores destes dois estados e também para o da Virgínia a fim de saber o andamento dos preparativos e se necessitam ajuda do Governo federal, informou hoje a porta-voz da Casa Branca, Dana Perino.

Apesar do país ainda não ter se recuperado dos efeitos do ciclone "Gustav", que atingiu principalmente a Louisiana, as autoridades já começaram a preparar a população para a chegada de "Hanna", que poderia aumentar sua intensidade e se transformar em furacão.

Esta tempestade tropical já deixou 136 mortos durante a sua passagem pelo Haiti e, segundo o último relatório do Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês), com sede em Miami, a velocidade de seus ventos aumentou para 115 km/h, o que faz com que esteja perto de ser considerado um furacão, quando alcançar 119 km/h.

"Hanna" se desloca rapidamente rumo à costa sudeste dos EUA, com uma velocidade de translação de 32 km/h.

As autoridades de Carolina do Norte e do Sul recomendaram a evacuação das povoados litorâneos, fecharam os centros escolares, bibliotecas e museus, suspenderam as atividades esportivas e abriram vários refúgios e centros de amparo.

No entanto, não se espera que os ventos e as chuvas que acompanham uma tempestade tropical provoquem graves danos materiais e hoje muitas das casas localizadas no litoral ainda apresentava janelas expostas, transgredindo uma das primeiras medidas recomendadas.

O governador da Carolina do Norte, Mike Easley, encorajou os cidadãos a se prepararem, não só por causa da chegada de "Hanna", mas pelos demais furacões e tempestades no restante de temporada.

A maior preocupação pela chegada de "Hanna" é a erosão que poderia ocorrer nas praias e o dano aos cultivos, por isso, muitos agricultores estão colhendo nas últimas horas suas produções de tabaco e milho antes que a tempestade chegue. EFE pgp/bm/ma

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