Corte Suprema rejeita analisar processo sobre nacionalidade de Obama

Washington, 8 dez (EFE) - A Corte Suprema rejeitou hoje examinar um processo interposto por um cidadão de Nova Jersey que considera que Barack Obama não pode ser presidente dos Estados Unidos, já que, ao nascer, era britânico, segundo o querelante. A ação, apresentada por Leo Donofrio, afirma que, em 1961, ano em que Obama nasceu, seu pai, original do Quênia, era cidadão britânico e, portanto, a criança tinha dupla nacionalidade, o que significa que não era um cidadão nato americano. A Constituição dos EUA exige que os presidentes do país sejam cidadãos natos, isto é, que tenham nascido no solo do país. Donofrio também considera que outros dois candidatos nas eleições de 4 de novembro, o republicano John McCain e o socialista Roger Calero, não podiam ser presidentes, porque não eram cidadãos natos. McCain nasceu no Panamá, enquanto seu pai, um alto comando da Marinha americana, estava destinado no país. Ao rejeitar a apelação do querelante, o Supremo não fez comentários. Um processo apresentado por Philip Berg, da Pensilvânia, ainda está pendente de decisão do Supremo sobre se aceita ou não a ação. Berg assegura na ação que a certidão de nascimento de Obama é falsa e que o futuro líder não nasceu no Havaí, como assegura, mas no Quênia, um boato que circulou na internet. Os tribunais federais da Pensilvânia rejeitaram o processo de Berg, que também afirma que Obama pode ser cidadão da Indonésia, por ter morado no país durante vários anos em ...

EFE |

Além disso, reproduziu um anúncio do nascimento do bebê publicado no dia pelo periódico local e que inclui o endereço dos pais de Obama em Honolulu. EFE mv/db

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