A Corte Suprema dos Estados Unidos autorizou nesta quarta-feira o julgamento iniciado por uma mulher que teve um braço amputado contra o laboratório farmacêutico Wyeth por ter fornecido advertência incompleta sobre os efeitos colaterais perigosos de um medicamento.

Esta decisão da maior jurisdição americana abre caminho para milhares de processos particulares contra laboratórios farmacêuticos por efeitos secundários de medicamentos, que poderiam significar milhões de dólares em indenizações.

Em uma decisão de seis juízes contra três, a Corte decretou que Diana Levine, amputada do braço direito após uma injeção contra náusea por via intravenosa, pode processar o fabricante em virtude da lei de Vermont (nordeste), apesar de a injeção por via intravenosa estivesse autorizada pela FDA (a agência que regula os medicamentos nos EUA).

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