Corte paraguaia condena ex-promotor que roubou tesoureiro de Beira-Mar

Assunção, 26 nov (EFE) - O Supremo do Paraguai confirmou hoje uma pena de seis anos de prisão contra o ex-promotor Carlos Cálcena pelo roubo de US$ 350 mil em uma revista na casa que Jaime Amato Filho, o tesoureiro do traficante Fernandinho Beira-Mar, tinha em Amambay, divisa com o Mato Grosso do Sul, em 2000. A Corte Suprema ratificou, assim, a condenação emitida contra Cálcena em 20 de abril de 2006 por um tribunal do departamento de Amambaí, informaram fontes judiciais. O ex-promotor foi declarado culpado do roubo de US$ 350 mil, jóias e vários objetos de valor do cofre do tesoureiro de Beira-Mar, durante uma operação de revista realizada em sua residência em Pedro Juan Caballero, capital de Amambay, 530 quilômetros ao nordeste da capital paraguaia. Desse valor, roubado em uma operação judicial e policial liderada por Cálcena, a Promotoria só registrou o confisco de US$ 17.209 e R$ 15.

EFE |

200, segundo a decisão do tribunal.

A resolução judicial emitida em 2006 argumentou que o ex-agente do Ministério Público foi condenado por apropriação agravada, crime que contempla uma pena de privação de liberdade de até oito anos.

Jaime Amato Filho, considerado membro da quadrilha de Beira-Mar, foi detido em 2000 durante uma ação das forças antidrogas do Paraguai e do Brasil na zona fronteiriça e posteriormente extraditado ao país. EFE rg/db

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