Corte paquistanesa rejeita acusações contra Zardari por assassinato

Islamabad, 9 abr (EFE) - Uma corte paquistanesa desprezou hoje as acusações que pesavam contra o líder do Partido Popular do Paquistão (PPP), Asif Ali Zardari, por seu suposto envolvimento no assassinato do irmão de sua esposa, a ex-primeira-ministra Benazir Bhutto, informou a agência estatal APP.

EFE |

Zardari era acusado de envolvimento no homicídio, em 1996, de Mir Murtaza Bhutto, irmão mais novo da ex-primeira-ministra assassinada no ano passado.

Estas acusações foram retiradas hoje pelo Tribunal Superior da província de Sindh, no sul do Paquistão.

A corte emitiu o veredicto depois que o advogado de defesa de Zardari enviou a solicitação da exoneração por falta de provas da suposta responsabilidade do líder do PPP no tiroteio que deixou seu cunhado morto em Karachi, a capital de Sindh.

Nas últimas semanas, Zardari, que passou quase 11 anos preso e é conhecido no Paquistão como o "senhor 10%", viu serem retiradas as acusações de todos os casos de corrupção que pesavam contra si.

Essas decisões judiciais foram tomadas em cumprimento da "ordem de reconciliação nacional" promulgada em 5 de outubro pelo presidente paquistanês, Pervez Musharraf, que pretendia encerrar os casos abertos antes de 17 de novembro de 1999 contra autoridades.

EFE igb/db

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