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Correa vai oxigenar as Forças Armadas do Equador

As Forças Armadas do Equador vão ser oxigenadas pelo presidente Rafael Correa, que enfrenta um mal-estar da cúpula militar depois das denúncias que fez de infiltração da CIA, a agência central de inteligência americana, nos serviços de inteligência do país, disse nesta quinta-feira o vice-ministro da Defesa, Miguel Carvajal.

AFP |

O anúncio da saída de três membros do alto comando militar representa "a necessidade, avalizada pelo governo, de ter mudanças que oxigenem a condução operacional e política e da defesa", assinalou Carvajal em declarações à Rádio Quito.

Wellington Sandoval que ocupava a pasta da Defesa apresentou a demissão na quarta-feira, sendo substituído por Javier Ponce Cavallosa. Após isso, puseram seus cargos à disposição o chefe do comando conjunto das Forças Armadas, general Héctor Camacho, e o comandante do Exército, general Guillermo Vásconez, deixando claro o descontentamento com a falta de confiança demonstrada pelo mandatário.

Carvajal também afirmou que "é preciso repensar os ajustes necessários, as políticas e os instrumentos de segurança e inteligência de que dispõe o Estado, e que deixaram claro suas limitações depois de 1o de março", quando a Colômbia realizou um ataque militar contra as Farc no Equador.

A incursão provocou uma crise diplomática, que mantém as relações tensas entre os dois países. Além disso, o governo recebeu poucas informações, dos organismos nacionais de inteligência, sobre o equatoriano Franklin Aisalla - que morreu no incidente -, acusando esses serviços de trabalhar para a CIA e a Colômbia. Por causa desta omissão de informações, na quinta-feira da semana passada, Correa destituiu o chefe da inteligência do Exército, coronel Mario Pazmiño.

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