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Correa sobe no palanque para defender sim em referendo sobre Constituição

Quito, 23 ago (EFE) - O presidente equatoriano, Rafael Correa, subiu hoje em um palanque instalado em uma rua do centro comercial de Quito para promover, perante 100 mil pessoas, o sim ao projeto de Constituição do Governo no referendo de 28 de setembro. O chefe do Estado, dessa forma, deu início à campanha política que seu partido, o Aliança País, fará para promover o sim na consulta de setembro, quando mais de nove milhões de equatorianos aptos a votar aprovarão ou rejeitarão o projeto de Carta Magna que é impulsionado pelo Executivo. A concentração aconteceu na avenida de Shirys, no centro de Quito, uma rua lendária que foi palco de várias manifestações políticas nos últimos anos e que hoje reuniu uma multidão que chegou à capital de várias regiões do país. O presidente, como já fez desde as campanhas eleitorais de 2006, que o levaram ao poder em janeiro de 2007, voltou ao palanque para discursar perante os equatorianos para que defendam seu projeto de revolução cidadã que agora, disse, se centra no voto pelo sim ao projeto constitucional. Horas antes desse ato, Correa emitiu seu habitual programa de rádio de sábado da localidade de Lumbisí, cerca de 30 quilômetros ao leste de Quito, onde disse que o dia era histórico e que ele já não era afetado pelas dúvidas que tinha sobre as possibilidades de triunfo do sim no referendo, do que tem certeza. De Lumbisí, Correa foi, em uma caravana de veículos, até Quito e entrou na avenida de Shirys e...

EFE |

Além disso, disse que a promoção do Governo pelo "sim" "vai ser uma campanha de alegria, de esperança, de sonhos" e previu que, com essas forças, os equatorianos "esmagarão a oligarquia".

Correa destacou vários aspectos do projeto constitucional de 444 artigos, porque, disse, defende a natureza, cria um modelo de economia solidário que se opõe ao neoliberalismo e que fortalece a democracia no país.

No final de seu discurso, Correa, apoiado por vários integrantes do grupo musical chileno Inti Illimani, cantou "O povo, unido, jamais será vencido", enquanto segurava uma bandeira tricolor (amarela, azul e vermelha) equatoriana, acompanhado dos milhares de simpatizantes. EFE fa/db

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