Correa desmente que tenha sido alvo de complô

QUITO (Reuters) - O presidente equatoriano, Rafael Correa, disse na quinta-feira que quatro homens presos sob suspeita de tramarem um magnicídio provavelmente eram apenas estelionatários tentando extorquir as autoridades. O procurador-geral Washington Pezantes havia informado previamente que a polícia estava interrogando três colombianos e um equatoriano detidos perto do palácio Carandolet, em Quito, sob suspeita de prepararem um atentado contra o presidente, plano do qual as autoridades não divulgaram detalhes.

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'Foi uma pista que estávamos seguindo há algum tempo, mas há uma forte probabilidade de que fossem apenas estelionatários', disse Correa a uma TV local. 'Temos dúzias de casos assim todos os meses.'

Ele afirmou, porém, que a polícia continua investigando o caso.

A TV local mostrou imagens feitas com um celular que mostram os homens sendo levados para uma delegacia. A imprensa diz que junto com eles foram apreendidos fotos do palácio presidencial e mapas dos arredores.

Correa disse no ano passado que grupos não-identificados haviam tentado matá-lo. Mas o governo não ofereceu provas, e ninguém foi preso.

Também seu aliado venezuelano Hugo Chávez costuma relatar frequentemente supostos planos de opositores e dos EUA para matá-lo.

(Reportagem de Alexandra Valencia e Guillermo Granja)

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