Correa denuncia boicote em início de prospecção de gás na Ilha Puná

Quito, 23 mai (EFE).- O presidente equatoriano, Rafael Correa, denunciou hoje um suposto boicote, por parte de um grupo que entrou nas instalações da companhia petrolífera venezuelana PDVSA, para impedir uma videoconferência sobre o início das operações de prospecção de gás natural na Ilha Puná (sudoeste do país).

EFE |

"Parece ser um boicote por parte de gente aliada a grupos de oposição", declarou Correa, no início da 5ª reunião bilateral com seu colega venezuelano, Hugo Chávez.

Correa explicou que entre 25 e 30 pessoas invadiram esta tarde as instalações da PDVSA na Ilha Puná, pouco antes de uma videoconferência com Quito, na qual os operários da companhia petrolífera iam informar sobre os avanços do processo de prospecção de gás no golfo de Guayaquil.

Segundo o presidente equatoriano, esse suposto boicote teve sua origem em informações falsas divulgadas, que advertiam da suposta suspensão da pesca na região durante seis meses, pela entrada em funcionamento de uma torre de perfuração, que explorará a existência de gás natural.

"Já basta, isto ultrapassa a paciência", acrescentou Correa, criticando a atitude de alguns meios de comunicação, identificados com a oposição que, segundo ele, se amparam na liberdade de expressão para "regar e propagar falsos rumores". EFE fa/ma

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