Publicidade
Publicidade - Super banner
Mundo
enhanced by Google
 

Correa adverte sobre tentativa de desgastar Governo diante de referendo

Quito, 12 abr (EFE).- O presidente equatoriano, Rafael Correa, advertiu hoje sobre uma tentativa da oposição de desgastar a imagem de seu Governo, diante da proximidade do referendo que deverá aprovar ou rejeitar a nova Constituição elaborada pela Assembléia Constituinte, controlada pelos governistas.

EFE |

Em seu programa de rádio dos sábados, transmitido do México, onde realiza uma visita oficial, Correa disse que acredita que essa tentativa de desgaste vem também de certos meios de comunicação, que têm deturpado informações e declarações do presidente equatoriano, segundo o próprio.

Correa deu como exemplo uma mobilização de taxistas na quarta-feira passada. Segundo ele, era em apoio a sua gestão, mas vários jornais informaram que o protesto era contra ele.

Segundo Correa, algumas dessas deturpações teriam sido feitas de "má fé", e outras vezes por "simples incompetência" da imprensa.

"Notamos que há uma tentativa deliberada de tentar desgastar novamente o Governo. Isso surge antes de cada eleição importante e na aproximação do referendo para aprovar a nova Constituição", disse Correa.

"Fizeram o mesmo antes da consulta popular" de 15 de abril do ano passado, quando o Governo venceu com mais de 80% no plebiscito para a instalação da Assembléia Constituinte de plenos poderes, lembrou.

Essa suposta campanha contra a imagem do Governo, disse Correa, também foi registrada na eleição para membros da assembléia, em 30 de setembro do ano passado, quando o movimento Aliança País, partido do presidente, ganhou 80 das 130 cadeiras da Constituinte.

"Sempre antes das eleições fazem essa guerra psicológica, e achamos que essa guerra psicológica começou novamente, tentando fazer escândalo" onde não cabe, disse Correa, acrescentando que outro exemplo disso está relacionado à criação de uma nova unidade de investigação policial da Presidência.

A imprensa, segundo Correa, quis "satanizar" a criação dessa unidade, ao afirmar que será destinada à espionagem ou às escutas telefônicas.

Essa unidade servirá para investigar "todas as denúncias" de corrupção ou relacionadas à segurança feitas pela população e para dar proteção à Presidência da República, disse o governante.

"Não há nada para investigar", disse Correa, mas expressou que dará as facilidades para que qualquer pessoa visite e questione essa unidade. EFE fa/bf/an

Leia tudo sobre: iG

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG