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Correa acusa oposição de planejar golpe de Estado e nega ligação com narcotráfico

QUITO - O presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou que a oposição, ao tentar envolver o Governo no caso de três irmãos ligados ao tráfico de drogas, tenta afetar a popularidade do Executivo e dar um golpe de Estado, ou algo parecido.

EFE |

O líder afirmou que grupos que aparentemente querem desestabilizar o Governo pretendem envolver sua Administração nesse escândalo para impedir a realização das eleições gerais de 26 de abril, nas quais ele tenta a reeleição.

Ele lembrou que os boatos da ligação com o tráfico de drogas surgiram com a aceitação de José Ignacio Chauvín, ex-subsecretário do Interior, que era amigo dos irmãos Ostaiza, supostamente vinculados ao narcotráfico, embora este tenha negado qualquer relação com o crime.

Chauvín, agora detido, é investigado por manter vínculos com uma rede de supostos traficantes de drogas, que presumivelmente comercializavam entorpecentes fornecidos pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Além disso, Chauvín confirmou perante a Promotoria que se reuniu sete vezes com o ex-número dois das Farc "Raúl Reyes", no marco das negociações para a troca humanitária de reféns.

"Há gente que não quer as eleições de 26 de abril e está criando tramas: imprensa corrupta, poderosas câmaras de produção, partidos políticos em decadência, criando escândalos para ver se algum cola e esse momento pode desestabilizar o Governo", acusou.

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