"Contra-cúpula" de Madri rejeitará que UE aceite Honduras como sócio

Madri, 9 mai (EFE).- O encontro alternativo à VI cúpula UE-América Latina e Caribe (ALC), que será realizada em paralelo em Madri de 14 a 18 de maio, denunciará que a Espanha e seus sócios europeus tenham admitido como interlocutor o presidente de Honduras, Porfirio Lobo, depois do golpe que derrubou Manuel Zelaya.

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Madri, 9 mai (EFE).- O encontro alternativo à VI cúpula UE-América Latina e Caribe (ALC), que será realizada em paralelo em Madri de 14 a 18 de maio, denunciará que a Espanha e seus sócios europeus tenham admitido como interlocutor o presidente de Honduras, Porfirio Lobo, depois do golpe que derrubou Manuel Zelaya. A chamada "Cúpula dos Povos", que chega à quarta edição, ocorre a cada dois anos coincidindo com a reunião de líderes da UE e ALC para reivindicar o papel dos movimentos sociais e promover a solidariedade e a democracia participativa frente ao modelo capitalista. Este fórum, organizado pela Rede Birregional Europa, América Latina e o Caribe "Enlaçando Alternativas" vai destacar a "ação criminosa" que representou o golpe militar em Honduras, "uma ameaça objetiva para todo o continente". Tom Kucharz, um dos porta-vozes do encontro prova que a América Latina "aceita a substituição de um regime democrático por um golpe de estado". Lobo não participará na cúpula UE-ALC devido ao veto de países como o Brasil, Venezuela, Equador e Bolívia, que não reconhecem Lobo como presidente legítimo. EFE cpg/dm

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