Um consórcio internacional de pesquisa com células-tronco de sangue de cordão umbilical e adultas, Novussanguis, foi aberto nesta quarta-feira em Paris pela Universidade de Newcastle e a Fundação Jérôme Lejeune.

Com mais de 130 milhões de nascimentos por ano em todo o mundo, o sangue do cordão representa potencialmente uma importante fonte de células-tronco, sem entrar na polêmica em torno do uso de células-tronco embrionárias.

Este sangue é recolhido após o nascimento do cordão umbilical que une o bebê a sua mãe, sem risco para nenhum deles.

Atualmente as células-tronco adultas e do sangue do cordão são usada para tratar doenças do sistema sangüíneo (leucemia) ou imunológico. São uma alternativa interessante aos transplantes de médula óssea.

O objetivo do consórcio Novussanguis é desenvolver a pesquisa "em medicina regenerativa", "um campo emergente que consiste em reparar órgãos ou tecidos afetados por acidentes ou doenças com o uso de células-tronco", explicou à imprensa Colin McGuckin, diretor do Centro de Pesquisas em sangue de cordão da Universidade de Newcastle.

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