Conselho Mundial de Igrejas pede o final da violência na Faixa de Gaza

Genebra, 29 dez (EFE).- O Conselho Mundial de Igrejas (CMI) condenou hoje a violência registrada na Faixa de Gaza, pediu que a mesma seja interrompida e que os civis em risco sejam protegidos nos dois lados da fronteira.

EFE |

O secretário-geral do CMI, Samuel Kobia, reivindicou que os ataques "cessem imediatamente", após afirmar que as mortes e o sofrimento destes três últimos dias "não alcançarão nada além de mais dor e mortes".

Lembrou que esta ofensiva armada já causou "mais de 300 mortos, mais de 1.000 feridos e milhares de pessoas traumatizadas".

A organização reiterou um apelo anterior que fez ao Governo de Israel e ao Hamas, que administra o poder no território palestino de Gaza, para que respeitem os direitos humanos.

Alertou que o provável uso por Israel de suas forças terrestres levaria apenas a "aprofundar o desastre atual".

O CMI criticou as políticas que se baseiam em cortar o fornecimento de alimentos, remédios e combustíveis para o 1,5 milhão de habitantes de Gaza, em referência às medidas israelenses dos últimos meses.

Além disso, criticou o Hamas pelo lançamento indiscriminado de foguetes contra localidades de Israel.

Kobia expressou sua esperança de que o novo ano dê "nova coragem, liderança e compromisso ao difícil trabalho da paz no Oriente Médio". EFE is/fal

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