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Conselho de Segurança pede cessação imediata da violência em Gaza

Nações Unidas, 28 dez (EFE).- O Conselho de Segurança da ONU expressou hoje sua séria preocupação com o recrudescimento da situação em Gaza, onde pelo menos 271 pessoas morreram nas últimas horas, e pediu a israelenses e palestinos uma cessação imediata da violência.

EFE |

A ONU pediu também "a todas as partes para atender as graves necessidades humanitárias e econômicas em Gaza, e a tomar as medidas necessárias, incluindo a abertura das passagens fronteiriças, para garantir a contínua provisão de provisões humanitárias".

Os membros do Conselho solicitaram também às partes "que atendam as graves necessidades humanitárias e econômicas em Gaza, e a tomar as medidas necessárias, incluindo a abertura das passagens de fronteiras para garantir o fornecimento contínuo de provisões humanitárias".

Ao término da reunião de urgência que reuniu os 15 membros do conselho de segurança, com duração de cinco horas, o embaixador da Croácia na ONU, Neven Jurica, divulgou uma declaração conjunta.

Segundo a nota, dentro do livre abastecimento de provisões humanitárias devem estar incluídos "alimentos, combustível e prestação de assistência médica".

Na declaração, os membros do Conselho também pedem o fim "imediato" de todas as atividades militares e ressaltam a "necessidade da restituição da calma em sua totalidade, o que abrirá o caminho para encontrar uma solução política aos problemas existentes".

O embaixador dos Estados Unidos na ONU, Zalmay Khalilzad, afirmou à imprensa após a reunião que seu país quer o fim da violência e que os palestinos tenham suas necessidades humanitárias atendidas, mas "é necessário que cessem os ataques com foguetes a Israel, porque esse país tem o direito de se defender".

Além disso, ele insistiu na necessidade de levar em conta a "seqüência" dos fatos, já que "o lançamento de foguetes foi o que desencadeou a violência atual".

Por sua vez, o representante da Autoridade Nacional Palestina (ANP) na ONU, Riad Mansur, ressaltou a importância de o Conselho ter aprovado uma declaração conjunta pedindo o fim do conflito.

"Se Israel não atender os pedidos da comunidade internacional para que pare sua agressão em um prazo de entre 24 e 48 horas, asseguro a vocês que recorreremos ao Conselho para conseguir que o país respeite o pedido do cessar-fogo imediato", completou. EFE mgl/dp

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