Conselho Atlântico começa com minuto de silêncio por soldados mortos

Bucareste - Os líderes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) iniciaram hoje a reunião do Conselho Atlântico com um minuto de silêncio em homenagem aos soldados mortos nas diferentes missões militares dos últimos anos.

EFE |

A reunião do Conselho Atlântico decidirá a ampliação da Aliança rumo a Croácia e Albânia e o aumento das tropas no Afeganistão.

Os 26 líderes dos países-membros da Otan ficaram em silêncio enquanto um grupo de militares interpretava uma marcha fúnebre ao toque de cornetas, após uma entrada solene de representantes dos exércitos aliados.

O secretário-geral da Otan, Jaap de Hoop Scheffer, lembrou com "emoção" o "sacrifício" dos "soldados e marinheiros" para que "possamos estar a salvo em nossos países".

Apenas no Afeganistão, onde a Aliança lidera a missão da Força Internacional de Assistência para a Segurança (Isaf), morreram desde 2001 quase 800 militares internacionais.

Além disso, expressou sua "maior gratidão" aos mais de 60.000 soldados da Otan que atualmente lutam "pela paz, a liberdade e a democracia".

Este ato deu início ao Conselho Atlântico, do qual participam os 26 chefes de Estado ou do Governo dos países-membros da Otan.

O ano mais sangrento para a Otan no Afeganistão foi até agora 2007, com 232 baixas, enquanto no ano anterior morreram 191 soldados.

Os Estados Unidos foram o país que perdeu mais soldados no Afeganistão, com 491 baixas, enquanto o Reino Unido perdeu 91, e o Canadá, 81.

A Otan possui cerca de 60.000 soldados em sete missões, distribuídas por três continentes.

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