Conselheiro de segurança do presidente da Síria é assassinado

Cairo, 4 ago (EFE).- O general do Exército Mohammed Suleiman, conselheiro de segurança do presidente da Síria, Bashar al-Assad, foi assassinado no último sábado por um franco-atirador na cidade de Tartus, informaram hoje diversos meios de comunicação árabes.

EFE |

O jornal saudita "Al-Sharq al-Awsat", editado em Londres, e diversos meios de comunicação como o "Suriya al-Hurra" e o "Ajbar al-Sharq", afirmam que o disparo contra Suleiman saiu de uma lancha, quando ele se encontrava em uma praia da região litorânea.

Até o momento, as autoridades sírias, que habitualmente mantêm reservados os assuntos relacionados à segurança, não fizeram qualquer comentário sobre a morte do oficial.

Segundo o "Suriya al-Hurra", Suleiman era o responsável pela segurança do palácio presidencial e o braço direito de Al-Assad.

Já o jornal saudita "Al-Sharq al-Awsat", que cita fontes sírias "bem informadas", assegura que além de ser o encarregado do financiamento e da provisão de armas do Exército, Suleiman era o responsável pelas relações entre a Síria e o grupo xiita Hisbolá.

O diário eletrônico "Ajbar al-Sharq", que comenta que "várias fontes descreveram o ocorrido como um terremoto", informou ainda que o irmão do presidente sírio, Maher al-Assad, compareceu ao funeral de Suleiman. EFE jfu/ab/dp

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