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Congressistas dos EUA pedem resposta firme a foguete norte-coreano

Washington, 5 abr (EFE).- Líderes do Congresso dos Estados Unidos pediram hoje à comunidade internacional uma resposta firme ao lançamento de um foguete de longo alcance por parte da Coreia do Norte, além de condenarem o ato como uma provocação e exigirem que Pyongyang abandone suas ambições nucleares.

EFE |

O presidente do Comitê de Relações Exteriores do Senado dos EUA, John Kerry, pediu uma "resposta firme e unida" dos países que participam das conversas de seis lados com Pyongyang (Coreia do Sul, EUA, China, Rússia e Japão) para o desarmamento nuclear norte-coreano.

Kerry considerou que os Estados Unidos devem pedir "imediatamente" o cumprimento das resoluções 1718 e 1695 do Conselho de Segurança da ONU, que buscam restringir a capacidade da Coreia do Norte de adquirir a tecnologia necessária para o desenvolvimento de armas de destruição em massa.

Os 15 membros do Conselho de Segurança se reunirão hoje para analisar sua resposta à ação de Pyongyang.

"Os líderes da Coreia do Norte não se deram conta de que a única forma de conseguir segurança é abandonando sua busca por armas de destruição em massa", declarou Kerry.

A legisladora Ileana Ros-Lehtinen, a republicana de maior categoria no Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes dos EUA, disse que a "contínua beligerância" da Coreia do Norte ameaça os interesses dos EUA e do mundo e, portanto, merece uma resposta.

Ros-Lehtinen acrescentou que apresentará um projeto de lei para manter as "sanções econômicas e isolamento diplomático" até que a Coreia do Norte abandone seu programa nuclear "e resolva seus abusos de direitos humanos".

Em declarações à rede de televisão "CNN", o senador democrata Jack Reed disse que as sanções e demais medidas contra a Coreia do Norte devem ser aplicadas de forma "equilibrada e cuidadosa".

Já o presidente do Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes, o democrata Howard Berman, pediu a colaboração de Rússia e China "para demonstrar que o mundo está unido em sua condenação da preocupante conduta" do Governo de Pyongyang. EFE mp/bba

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