Confrontos na Somália matam 80, diz grupo de direitos humanos

Por Abdi Sheikh e Aweys Yusuf MOGADISHU (Reuters) - Insurgentes islâmicos somali e tropas do governo se enfrentaram com morteiros neste domingo e um proeminente grupo de direitos humanos afirmou que 81 pessoas morreram nas últimas 24 horas em alguns dos mais violentos confrontos dos últimos meses.

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A luta foi mais violenta na base islâmica do norte de Mogadishu, onde o governo e seus aliados etíopes estão tentando retirar os remanescentes de um movimento rebelde expulso da capital no final de 2006.

'Oitenta e uma pessoas foram mortas e 119 estão feridas por causa da violência em Mogadishu desde sábado', afirmou Sudan Ali Ahmed, chefe da Organização Elman de Paz e Direitos Humanos, à Reuters, por telefone.

Ele disse que levantou os dados das mortes com hospitais locais e ativistas sob disfarce estão contando os corpos nas ruas e familiares.

Não houve verificação independente do total das mortes, mas habitantes locais informaram que os confrontos têm aumentado desde sábado.

'Nós condenamos a luta incessante e o uso de artilharia na população civil', afirmou Ahmed. 'Nós também condenamos os grupos de oposição que lutam entre os civis e os usam como escudos humanos.'

Seu grupo estima que 6,5 mil pessoas foram mortas no ano passado no conflito na Somália e 1,5 milhão retirados de suas casas.

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