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Confrontos marcam 65 anos do bombardeio aliado contra Dresden

Os 65 anos do http://ultimosegundo.ig.com.br/reconstrucao/2010/02/12/de+polo+cultural+a+cidade+devastada+dresden+se+renova+apos+unificacao+alema+9391283.html target=_topbombardeio aliado contra a cidade alemã de Dresden, durante a Segunda Guerra Mundial, foram marcados neste sábado por confrontos entre neonazistas e manifestantes de esquerda, que tiveram que ser separados pela polícia.

EFE |

Segundo um porta-voz das forças de segurança, alguns agentes acabaram atacados pelos manifestantes durante o tumulto. A confusão começou quando manifestantes de esquerda bloquearam o caminho de cerca de mil nazistas que marchavam por Dresden.


Neonazistas entram em confronto com policiais em Dresden / Reuters

Até o momento, no entanto, não há registros de feridos nem de detidos.

Paralelamente ao confronto entre neonazistas e esquerdistas, a prefeita da cidade, Helma Orosz, participava de cordão humano pela paz, organizado por igrejas, partidos democráticos e outras organizações. Essa ação pacífica, segundo a polícia, reuniu milhares de pessoas.

Ataque contra Dresden

Intocada até poucos meses antes do fim da 2ª Guerra, a cidade alemã de Dresden foi, em 13 e 14 de fevereiro de 1945, cenário de um dos mais violentos e controvertidos bombardeios dos Aliados (liderados por Grã-Bretanha, União Soviética e os EUA) durante o conflito.

No primeiro dia do ataque, a cidade barroca, apelidada de Florença do norte da Europa por suas joias arquitetônicas, foi destruída por duas ondas de bombardeiros britânicos.

Em um intervalo de apenas três horas, 796 aviões Lancaster da Força Área Real despejaram 1.182 toneladas de bombas incendiárias e 1.478 toneladas de explosivos sobre Dresden, causando uma tempestade de fogo que devastou a cidade.

No dia seguinte, a ação de 311 bombardeiros B-17 dos Estados Unidos acabou de deixar completamente sob escombros 85% do centro da cidade (39 km²), que continuou em chamas por sete dias.

Oficialmente, o número de mortos é de cerca de 25 mil, mas muitos sobreviventes acreditam que o total seria maior, já que os corpos foram reduzidos a cinzas nos incêndios de temperaturas que atingiram até 1.000ºC.

O bombardeio causou polêmica por ter como alvo o centro, e não as áreas industrias ou a infraestrutura de comunicação da cidade. O primeiro-ministro britânico na época da 2ª Guerra, Winston Churchill, disse sobre a ação: "A destruição da cidade continua como uma séria indagação sobre a conduta dos Aliados".

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