Confronto sindical na Argentina deixa um morto e 15 feridos

Ao menos uma pessoa morreu e outras quinze ficaram feridas em uma verdadeira batalha campal entre militantes de um sindicato de Rosário (300 km ao norte de Buenos Aires) e grupos da central operária oficialista CGT, informou uma fonte sindical.

AFP |

"Foi um massacre", disse à televisão Gustavo Teres, subsecretário da Central de Trabalhadores Argentinos (CTA), que enfrentou a peronista Confederação Geral do Trabalho (CGT), dirigida pelo líder caminhoneiro Hugo Moyano.

Teres atribuiu o confronto à direção nacional do sindicato dos trabalhadores da indústria láctea, ligado à CGT, que tinha por objetivo intervir na filial de Rosário, que é independente.

"Há pelo menos um morto e entre 15 e 20 feridos", revelou Edgardo Barbero, secretário administrativo do sindicato de Rosário.

Segundo Barbero, a CTA tinha convocado uma mobilização diante de sua sede para repudiar ameaças e uma tentativa de ocupar o local.

"Durante a mobilização, cerca de 200 pessoas chegaram com porretes e correntes para agredir os sindicalistas, e a polícia só agiu 45 minutos depois", afirmou Barbero.

A CTA acaba de obter uma decisão da Suprema Corte argentina que abre o caminho para ser reconhecida como central nacional, uma situação rejeitada pelo governo da presidente Cristina Kirchner e pela CGT.

jos/LR/sd

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