Comunidade de Democracias exige retorno da ordem constitucional em Honduras

Os países da Comunidade de Democracias defenderam o retorno imediato da ordem constitucional em Honduras, anunciou em Lisboa o chefe da diplomacia espanhola, Miguel Angel Moratinos, após uma reunião da organização.

AFP |

"Desta reunião saem vários elementos a ressaltar: um apoio à democracia em Honduras, com uma declaração unânime de todos os participantes para o regresso imediato da ordem constitucional do presidente Zelaya", declarou Moratinos.

Manuel Zelaya foi detido na madrugada de 28 de junho e expulso pelos militares, que entregaram o poder às autoridades civil. O presidente do Congresso, Roberto Micheletti, foi nomeado chefe de Estado.

Portugal, que preside a Comunidade de Democracias desde 2007 e vai passar o comando para a Lituânia, foi sede neste domingo em Lisboa da 5ª conferência ministerial do organismo, que tem sede em Varsóvia.

Formada em 2000 na Polônia por 106 Estados membros, a Comunidade de Democracias se reúne a cada dois anos para analisar o estado da democracia no mundo.

Os ministros das Relações Exteriores do Brasil, Polônia, Portugal, Angola, Espanha, Índia, Mali, assim como o secretário de Estado adjunto americano James Steinberg, participaram no encontro.

lf/fp

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