Comitê de McCain critica Obama por cancelar visita a tropas na Alemanha

Washington, 26 jul (EFE).- O comitê de campanha do candidato republicano à Casa Branca, John McCain, acusou hoje seu rival democrata, Barack Obama, de romper seu compromisso com os soldados feridos em combate no Iraque e no Afeganistão por cancelar uma visita a um hospital militar na Alemanha.

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Obama tinha programado uma visita a soldados feridos em um hospital militar na Alemanha e o cancelamento deste compromisso em sua viagem internacional pelo Oriente Médio e a Europa abriu campo para as críticas do comitê de McCain.

"Foram oferecidas várias explicações, nenhuma convincente, mas cada uma contrária às declarações de líderes militares americanos na Alemanha e no Washington", disse em nome do comitê de campanha de McCain o tenente-coronel reformado do Exército Joe Repya.

"Para um homem jovem tão apto em cumprir o papel de presidente, Barack Obama teve um julgamento muito ruim sobre as importantes exigências do escritório ao qual aspira", declarou Repya.

Imediatamente, o comitê de campanha de Obama defendeu o cancelamento de sua visita ao Centro Médico de Landstuhl, na Alemanha, que estava marcada para a manhã da última sexta.

O comitê de Obama explicou que este ato foi suspendido por conselho de um assessor militar, que advertiu que a visita ao hospital podia ser percebida como um ato com motivações políticas e, portanto, ser objeto de mais críticas dos republicanos.

"A última coisa que quero fazer é colocar no fogo cruzado das campanhas os soldados feridos e o pessoal nestas instituições enquanto determinam se isto é ou não um ato político", declarou Obama em Londres, onde hoje concluiu sua viagem internacional.

Já o Pentágono explicou que nunca proibiu que Obama visitasse o hospital de Landstuhl, mas alertou que não poderia fazer isto se fosse acompanhado de jornalistas e membros de seu comitê.

Porém, o comitê de campanha do senador por Illinois respondeu que o único assessor que ia acompanhar Obama ao centro médico era o major-general Scott Gration, que oferece seus serviços de forma gratuita. EFE mp/fal

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