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O valor movimentado pelo comércio de armas deve crescer neste ano após uma queda de 8% em 2007. A informação foi divulgada hoje pelo Instituto de Pesquisa de Paz Internacional de Estocolmo (conhecido pelas iniciais Sipri), organização que pesquisa sobre conflitos e busca influenciar pela resolução pacífica de disputas internacionais.

As negociações envolvendo armas convencionais caíram em 2006, por causa sobretudo de uma queda nas importações chinesas.

"Não há nenhum sinal de uma queda no comércio internacional de armas", disse Paul Holtom, do Sipri. "Eu diria que o padrão deve continuar subindo em 2008 e 2009." Segundo o instituto, as importações de armas da China caíram 62% no último ano. Essa queda atingiu sobretudo os fornecedores russos. Porém, Holtom informou que a Rússia tem novas encomendas de outros países, entre elas uma de jatos para combate, da Malásia.

Vários outros países, como Arábia Saudita e Índia, também devem fazer grandes encomendas nos próximos anos para ampliar seus arsenais convencionais, afirmou Holtom. Os Estados Unidos continuam sendo o maior fornecedor mundial de armas, seguido por Rússia, Alemanha, França e Grã-Bretanha. Esses cinco países respondem por cerca de 80% das exportações mundiais de armas, segundo o Sipri.

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