Começa censo de ciganos que vivem ilegalmente em Roma

Roma, 17 jul (EFE).- A Cruz Vermelha começou hoje, em um povoado de ciganos de origem bósnia, o processo de identificação das 10.

EFE |

000 pessoas que vivem em assentamentos ilegais em Roma, a maioria dessa etnia.

O censo está entre as medidas incluídas no decreto do Governo italiano para reforçar a segurança e combater a imigração ilegal, o qual foi baixado em 21 de maio pelo Executivo conservador liderado pelo primeiro-ministro Silvio Berlusconi.

Depois que o pacote foi aprovado, o ministro do Interior italiano, Roberto Maroni, disse que "todos os assentamentos ilegais" seriam destruídos.

Em 25 de junho, cerca de um mês depois, o Governo anunciou que tiraria as impressões digitais a todos os ciganos, inclusive dos menores de idade, para criar um censo dos que vivem em assentamentos.

Cerca de 50 ciganos do assentamento ilegal de Corviale, na periferia de Roma, receberam hoje a visita do pessoal da Cruz Vermelha, que pediu documentos de identidade, tirou fotos e fez perguntas sobre nacionalidade e possíveis doenças.

No entanto, ninguém teve sua digital tirada, e todos receberão um cartão com seus dados na próxima segunda-feira.

Como o processo de identificação é voluntário, vários dos moradores do campo de Corviale se isolaram quando a Cruz Vermelha chegou ao local, de modo que muitos não foram identificados. EFE ddt/sc

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