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Combates matam ao menos 6 soldados e 5 talibãs no Afeganistão

Cabul, 18 nov (EFE).- Um violento combate registrado na região de Farah, no oeste do Afeganistão, deixou pelo menos seis soldados afegãos e cinco supostos talibãs mortos, informou hoje à Agência Efe uma fonte oficial.

EFE |

O combate aconteceu nesta segunda-feira às 20h (13h30, em Brasília), quando um comboio do Exército afegão sofreu uma emboscada na área de Bala Buluk, disse à Efe por telefone o comandante militar afegão Fazal Ahmad Sayar.

Os soldados foram rodeados por cerca de 100 insurgentes e iniciaram um combate de mais ou menos duas horas, até pedirem reforços e os talibãs fugirem, segundo Sayar.

A área de Bala Buluk é cortada de norte a sul pela estrada mais importante do país, que liga Herat (oeste) a Cabul (leste) mediante um semicírculo que percorre a parte meridional e passa pela cidade de Kandahar.

Nesta segunda-feira à noite, a Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf) havia informado sobre a morte de um "grande número" de supostos talibãs em dois combates registrados no leste afegão.

O mais intenso aconteceu no distrito de Bermel, na província de Paktika, onde os insurgentes atacaram uma base da Isaf, obrigando as tropas da organização a pedir reforços e a matar vários insurgentes.

O outro enfrentamento ocorreu na região de Khogyani, em Nangarhar, onde a Polícia afegã e a Isaf responderam a um ataque com granadas dos talibãs contra uma cidade do distrito e mataram vários deles.

Os talibãs reivindicaram hoje a tomada momentânea, nesta segunda-feira, do distrito de Shamulzayi, na província de Zabul, embora o fato tenha sido negado por outra fonte oficial, conforme publica a agência de notícias afegã "AIP".

"O centro administrativo do distrito esteve sob controle dos talibãs durante duas horas e foi incendiado antes de eles irem embora", assegurou à agência o porta-voz talibã Muhamad Yusif Ahmadi.

O vice-governador de Zabul, Gulab Shah Ali Khel, negou a reivindicação, à qual classificou de "falsa".

Aproximadamente 4,4 mil pessoas morreram no país vítima da violência desde o começo do ano, segundo cálculos da imprensa. EFE nh/fh/rr

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