Centenas de funcionários das prefeituras dos assentamentos judeus da Cisjordânia ocupada protestaram neste domingo em Jerusalém diante dos escritórios do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, para denunciar a moratória de dez meses sobre a colonização decidida pelo governo.

"Vamos continuar a cumprir nossa missão sionista e construir na Terra de Israel, com ou sem a ajuda do governo", afirmou Dany Dayan, presidente do Conselho de Yesha, principal órgão de representação dos colonos da Cisjordânia.

A maioria dos funcionários municipais das colônias se declararam em greve por um dia para protestar contra as medidas do governo.

"Vamos seguir lutando, sem violência, contra esta ordem de congelamento", avisou Dayan.

Vários incidentes entre os colonos e os inspetores do exército encarregados de verificar o cumprimento da ordem do governo de paralisar as novas obras de colonização na Cisjordânia foram registrados nos últimos dias.

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