Colômbia vê mais de 2.600 guerrilheiros desertarem em 2009

Bogotá, 4 jan (EFE).- Os grupos guerrilheiros da Colômbia perderam por deserção um total de 2.

EFE |

638 combatentes no decorrer de 2009, disseram hoje em Bogotá fontes governamentais.

O maior grupo rebelde do país, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), foi o mais afetado pelas deserções, com 2.128 casos, segundo um relatório do Programa de Atendimento Humanitário ao Desmobilizado (Pahd) divulgado pela Secretaria de Imprensa do Executivo.

Segundo o Pahd, outros 492 pertenciam ao Exército de Libertação Nacional (ELN), segunda maior guerrilha do país, e mais 18 estavam em pequenos grupos formados por dissidentes da organização e também das Farc e de movimentos já dissolvidos, como o Exército Popular de Libertação (EPL).

Segundo os registros do Pahd, 221 do total de rebeldes que desertaram no ano passado são menores de idade.

Além disso, entre todos os desmobilizados, 593 são mulheres.

A fonte ressaltou que, desde agosto de 2002, quando o presidente Álvaro Uribe assumiu seu primeiro mandato de quatro anos, os guerrilheiros que abandonaram as armas somam 20.555.

O Pahd, vinculado ao Ministério da Defesa, ajuda na reinserção social dos desmobilizados, inicialmente com assistência econômica e capacitação profissional. EFE jgh/sa/rr

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