Colômbia rejeita críticas da CIDH sobre extradição de ex-chefes paramilitares

Bogotá, 15 mai (EFE).- O Governo da Colômbia rejeitou hoje as críticas da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) à extradição aos Estados Unidos de 14 ex-chefes paramilitares de direita colombianos acusados de narcotráfico por juízes desse país.

EFE |

O Executivo colombiano rejeitou as afirmações da CIDH, organismo pertencente à Organização dos Estados Americanos (OEA), por meio de uma mensagem dirigida pelo ministro colombiano de Relações Exteriores, Fernando Araújo, ao secretário-executivo da CIDH, Santiago Canton.

"O Estado colombiano rejeita, por não corresponder à verdade, o comunicado de imprensa expedido no dia 14 de maio pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos sobre a extradição de paramilitares colombianos aos EUA", declarou Araújo.

O chanceler colombiano lamentou a forma como o comunicado foi redigido, "fazendo juízos e conclusões sem sequer ler as Resoluções de Extradição".

Na terça-feira passada, foram enviados aos EUA 14 ex-paramilitares das Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC), organização que realizou conversas de paz com o Governo entre 2003 e 2006 e desmobilizou mais de 31.000 combatentes.

Entre os extraditados está Salvatore Mancuso, que foi chefe máximo das AUC. EFE gta/fb

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