Colômbia propõe declaração da OEA para exigir libertação de reféns das Farc

Washington, 8 jul (EFE).- A Colômbia apresentará hoje na sessão extraordinária do Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA) um projeto de declaração no qual busca a condenação dos países-membros aos seqüestros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e pede a libertação de todos os reféns da guerrilha.

EFE |

O texto preliminar, ainda não negociado, possui três pontos, nos quais a Colômbia pede aos 34 países-membros da OEA que declarem o seqüestro um crime hediondo e solicitem às Farc que libertem imediatamente e incondicionalmente todos os seqüestrados.

O documento também pede que a OEA respalde os esforços do Governo colombiano para conseguir definitivamente a paz no país, ponto no qual insiste que essas ações devem ser realizadas com pleno respeito aos direitos humanos, ao direito internacional humanitário e ao direito internacional.

Por último, o conteúdo da declaração proposta pela Colômbia solicita ao Conselho Permanente da OEA para felicitar o povo e o Governo desse país por sua bem-sucedida operação de resgate de 2 de julho, com o "pleno" respeito aos direitos humanos, que libertou 12 cidadãos colombianos e três americanos seqüestrados pelas Farc.

Além disso, a missão permanente da Colômbia perante a OEA apresentará os detalhes da Operação Xeque, que permitiu o resgate da ex-candidata presidencial colombiana Ingrid Betancourt.

A apresentação será feita pelo embaixador colombiano na OEA, Camilo Ospina, e pelo general Gilberto Rocha Ayala, adido militar da Colômbia em Washington e agregado à Junta Interamericana de Defesa.

EFE cae/wr/plc

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