Colômbia pede que 27 países informem de armas confiscadas das Farc

Bogotá, 2 ago (EFE).- A Colômbia enviou durante o ano, através da Interpol, um total de 209 comunicações a 27 países para averiguar a origem de armas encontradas em acampamentos das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), a maioria delas aos Estados Unidos e à Europa Oriental, revelou hoje o jornal El Tiempo.

EFE |

Trinta desses documentos não tiveram resposta de países como Coreia do Norte e Venezuela, lembrou um funcionário encarregado do rastreamento, ao fazer referência aos lança-foguetes venezuelanos encontrados em um acampamento rebelde.

Esses armamentos, de fabricação sueca, foram encontrados em outubro do ano passado em um esconderijo no sul da Colômbia de um chefe guerrilheiro, e Bogotá diz que entregou a informação a Caracas desde 2 de junho, e não recebeu resposta.

"Temos resposta a 177 requerimentos, mas há outros enviados a países que, de antemão, sabemos que não vão nos responder", ressaltou o funcionário do Governo que faz o rastreamento de armas, e que não foi identificado pelo jornal.

Fuzis russos, búlgaros, chineses e coreanos; pistolas e revólveres da Europa Central e brasileiras; explosivos equatorianos; munição do Brasil, Rússia e Venezuela, e foguetes antitanques americanos, russos, romenos, chineses e suecos estão na lista de armas apreendidas com as Farc.

Também há vários fuzis, explosivos e munição da indústria militar da Colômbia. EFE fer/an

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