Colômbia levará a órgãos internacionais ataque das Farc à missão médica

Bogotá, 8 dez (EFE) - O Governo colombiano afirmou hoje que denunciará perante as instâncias de direitos humanos da ONU e da Organização dos Estados Americanos (OEA) o ataque das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) a uma missão médica humanitária que deixou dois mortos no último fim de semana. O ministro de Defesa colombiano, Juan Manuel Santos, disse hoje que o Governo entrará com a queixa formal e destacou que todas as ONG do mundo e organismos internacionais deveriam tomar a iniciativa de se somar a essa denúncia. O presidente colombiano, Álvaro Uribe, ao manifestar no domingo sua rejeição e indignação com o ataque, antecipou que o Governo apresentará as denúncias ao Alto Comissariado da ONU de Direitos Humanos e perante a Comissão de Direitos Humanos da OEA. Dois membros de uma comissão do Instituto Colombiano de Bem-Estar Familiar (ICBF) morreram no domingo e outros três ficaram feridos quando o veículo no qual viajavam por uma estrada do departamento do Caquetá foi atacado com explosivos. O atentado contra essa missão médica foi atribuído à facção Teófilo Forero, uma unidade de elite das Farc. Também hoje, o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) na Colômbia criticou o atentado. Os fatos ocorridos tornam presente a urgência de que todos os grupos armados respeitem os princípios e as normas do Direito Humanitário Internacional, renunciem ao emprego de meios proibidos (...

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) e respeitem o exercício do trabalho humanitário", segundo um comunicado divulgado hoje pelo escritório. EFE rrm/db

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