Colômbia e CICV superam incidente por uso de símbolo em resgate reféns

Bogotá, 19 ago (EFE).- O Governo da Colômbia e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) disseram hoje ter superado o mal-estar causado pelo uso de símbolos do organismo humanitário por militares que resgataram no dia 2 de julho 15 reféns das Forças Armadas revolucionárias da Colômbia (Farc).

EFE |

O ministro das Relações Exteriores colombiano, Jaime Bermúdez, e o representante do CICV na Colômbia, Christophe Beney, se reuniram em Bogotá para discutir ocorrido na operação.

Nesta operação foram libertados 15 seqüestrados das Farc, entre eles a ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt.

Ao deixar a sede da Chancelaria colombiana, Beney disse que "assunto está superado".

O representante do CICV afirmou que o símbolo do organismo "foi utilizado por causa da decisão de um oficial que não consultou seus superiores".

Beney indicou que a utilização dos distintivos violou o Direito Internacional Humanitário.

Vídeos da operação divulgados pela televisão colombiana mostraram vários dos militares que participaram do resgate com roupas com o símbolo do CICV para conquistar a confiança dos guerrilheiros.

Além de Betancourt, seqüestrada em 2002, foram resgatados os americanos Thomas Howes, Keith Stansell e Marc Gonsalves, e onze militares e policiais colombianos, alguns deles com mais de dez anos em cativeiro. EFE gta/mh

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