Colômbia diz que combate guerrilha respeitando direitos humanos

Genebra, 2 mar (EFE).- O vice-presidente da Colômbia, Francisco Santos Calderón, defendeu hoje perante o Conselho de Direitos Humanos (CDH) da ONU a política de segurança aplicada pelo Governo contra os grupos armados, que afirmou ser muito eficaz, mas respeitosa com os direitos humanos.

EFE |

Santos Calderón, que abriu hoje a reunião de três dias com ministros e altos funcionários no CDH, disse que na Colômbia "nenhuma violação dos direitos humanos deixou de ser investigada".

Ele ressaltou que o Governo "lamenta profundamente" a morte o dezembro passado do líder indígena Edwin Legarda, marido da diretora do Conselho Regional Indígena de Cauca, Aida Quilcué, que atribuiu a "um erro lamentável de nosso Exército".

Segundo ele, o Governo colombiano pediu à Procuradoria que investigue a fundo esse caso e que se apurem todas as responsabilidades.

Sobre o escândalo aberto na semana passada sobre gravações ilegais pelo Departamento Administrativo de Segurança (DAS), Calderón afirmou que "embora não haja evidências, a Procuradoria está investigando e a função de fazer escutas foi prontamente retirada do DAS".

Ele abordou também o drama dos reféns das Farc e disse "exigir" de toda a comunidade internacional "a solidariedade com os sequestrados, porque não entenderíamos outra postura de que dizem defender os direitos humanos". EFE vh/jp

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