Colômbia busca investidores para 150 novos blocos exploratórios de petróleo

Madri, 1 jul (EFE).- O ministro de Minas e Energia da Colômbia, Hernán Martínez, anunciou hoje a próxima convocação para a atribuição de cerca de 150 blocos exploratórios de petróleo em todo o país, e espera que empresas do mundo todo participem.

EFE |

"A idéia é promover a participação nesta convocação que vamos fazer", disse o ministro em entrevista à Agência Efe em Madri, onde participa do 19º Congresso Mundial do Petróleo.

Após lembrar que a Colômbia é um país produtor e que a produção "vem declinando" ultimamente, Martínez disse que o Governo optou por abrir o país para a prospecção, e afirmou que a nação tem vários blocos que serão alocados este ano, e também cerca de 150 blocos exploratórios em todo o território colombiano.

A Colômbia conta no Congresso realizado na capital espanhola com um expositor, que exibe as áreas que serão propostas para prospecção.

"A idéia é promover o que estamos fazendo para as pessoas irem ao local. Nós selecionamos as áreas alocadas, não as alocamos aleatoriamente", assegurou.

Hoje em dia já são mais de 100 as companhias petrolíferas que trabalham na Colômbia. O que o Governo pretende, segundo o ministro, é "continuar atraindo" novas empresas a fim de reforçar a competitividade.

Entre as empresas que já estão na Colômbia, figuram a segunda maior petrolífera espanhola, Cepsa, e a hispano-argentina Repsol YPF, às quais Martínez desejou sorte na prospecção.

"Desejo que elas tenham sucesso", disse.

É esperado que Hernán Martínez participe nesta quinta-feira de uma sessão ministerial no fórum mundial, que tem a participação de mais de 5 mil representantes de organismos internacionais, instituições e empresas petrolíferas de 50 países.

O Congresso é realizado sob o lema "Um mundo de transição: fornecimento de energia para um crescimento sustentável".

Dentre outras autoridades presentes ao Congresso, destacam-se o secretário-geral da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Abdala Salem el-Badri, e o das principais potências energéticas como Rússia, Cazaquistão, Irã, Índia, Arábia Saudita, Catar e Nigéria.

Representando a América Latina, participam da reunião os ministros de Colômbia, Cuba e Uruguai. EFE pi/fh/gs

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