Colômbia admite uso proibido de logo da Cruz Vermelha em resgate

BOGOTÁ (Reuters) - A Colômbia admitiu na quarta-feira que usou o símbolo do Comitê Internacional da Cruz Vermelha na operação militar que resgatou a franco-colombiana Ingrid Betancourt, o que é proibido. Lamentamos que isso tenha ocorrido, disse o presidente Alvaro Uribe em um discurso, depois que reportagens denunciaram que as vestes e as camisas usadas pelas autoridades de inteligência da Colômbia tinham o emblema.

Reuters |

'O ministro da Defesa, Juan Manuel Santos, e os altos comandos se reuniram nesta manhã com o representante do Comitê Internacional da Cruz Vermelha para dar as explicações e pedir desculpas', acrescentou Uribe.

O uso do emblema da Cruz Vermelha por militares é proibido pelas Convenções de Genebra, já que pode colocar os agentes humanitários em risco e arruinar a neutralidade da Cruz Vermelha.

(Reportagem de Luis Jaime Acosta)

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